Tenho sede de corpo do vazio no escuro
da boca que louca
geme
na hora do salto
tenho fome da voz
da pele úmida
que exala teu cheiro
e um apetite voraz
pra devorar lentamente
cada ponto de nós
tenho desejos insanos
pensamentos profanos
e um apetite voraz
de morder cada palavra
que a tua lingua derrama
tenho sede insaciável
de sugar cada gota
que escorrega em nós
e devorar lentamente
com apetite voraz
idilio
poesias, prosas, desabafos, comentários jurídicos e outros pontos e contos. Contato: idiliooliveiraaraujo@outlook.com ; idiliooliveira ( Skype ) ; idílio araujo ( facebook )
segunda-feira, 28 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
MENTIRAS
mentiras que retratam gostos
que fecham a porta e que se derramam
como lágrimas
e saem pela boca sem palavras
mentiras que eternizam a alma
e deixam rastros na nossa história
e misturam sentimentos como tintas
e pintam os restos de nós
mentiras que anseio dia a dia
sussurradas pelas linguas
e lavadas pelo corpo como imas vivas
que escorrem pelas pernas
mentiras pelos olhos
amores tropegos
vidas vazias
mentiras que anseio
todo dia
idilio
que fecham a porta e que se derramam
como lágrimas
e saem pela boca sem palavras
mentiras que eternizam a alma
e deixam rastros na nossa história
e misturam sentimentos como tintas
e pintam os restos de nós
mentiras que anseio dia a dia
sussurradas pelas linguas
e lavadas pelo corpo como imas vivas
que escorrem pelas pernas
mentiras pelos olhos
amores tropegos
vidas vazias
mentiras que anseio
todo dia
idilio
terça-feira, 22 de maio de 2012
anjo
que lençóis brancos você deita?
as águas correram turbulentas
porque não viestes mais cedo?
e porque me arrastas com o teu poder
para os campos de Boaz?
também não trago no coração
as esperanças da rega
o rumorejar do vento taduz meu pranto
mas não há desolação
não vês que tenho as mãos vazias?
em que furna da minha alma teriam sumido
os mistérios da lagoa da nossa alegria e juventude?
vê! anjo
neste instante de submissão ao fascinio dos teus lábios
o nosso passado renasce das minhas cinzas
quando voas entre as minhas lágrimas de saudade
quando penetras meu quarto e deitas ao meu lado
quando a flor tatuada em tua alma
umidesse teu corpo mortal
e clamas enttrementes por mim
meu anjo azul
idilio
quarta-feira, 16 de maio de 2012
AS RUÍNAS DA JUSTIÇA
Entre as ruínas que se escondem atrás das fachadas
podem presentir-se a turbulência dos que tentam maquiar a face oculta do medo.
Vivemos pois um tempo de insegurança em intervalos de tempo de preparação.
O problema mais intrigante que a juatiça hoje enfrenta
pode assim ser formulado:
vivemos em um mundo onde se há tanto para amar
que tornou-se difícil doar o que mais se tem pra dar
Não parece que faltem no mundo de hoje
situações ou condições que nos suscitem desconforto ou indgnação
e nos produz inconformismo.
Basta voltar os olhos
em um mundo de uma justiça pendente e direcionada
por mãos sujas de iniquidade e avareza.
No que respeita à promessa da legalidade
ou da hermeneutica sem desvios
tão eloquente,
as violações da moralidade assumem proporções avassaladoras.
Finalmente
um julgamento justo tornou-se uma cruel miragem nos sepulcros caiados da justiça.
A fé essa enumeração breve da certeza
torna-se parcial
em um desconforto ou indgnação suficiente
para nos obrigar a orar aos céus
Senhor do Universo
permita-nos sermos justos
e viver em honestidade
ainda que a sombra da morte
seja suficientemente presente
ainda que a ferrugem transforme em pó
a moralidade
ainda que a corrupção se torne banal
não permita Senhor
que o homem sinta vergonha
da honestidade
idílio
um pouco de segurança em nossas vidas.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
a ilha do dia anterior
vivi assim
na ilha
amei frases e olhares mudos
toquei teu corpo
minudentemente
vivi assim na ilha
impunimente
vesti tua iris com o meu fado
misturei as nossas tintas
no teu vestido
vivi assim na ilha
prudentemente
extrai do teu seio fragmentos do meu tempo
e que tempo amei teu viço agreste
vivi assim na ilha
e por vezes
sutil
fujo de mim
e me encontro
na ilha da nossa saudade
idilio
sábado, 5 de maio de 2012
negros olhos
os olhos
negros olhos que não perderam a profundidade noturna
um instante de fragmentos do meu tempo
e o meu amor que deixei atrás da porta
a fúria animal dos teus olhos que me devoravam
com sofreguidão de um fauno
depois da noite em que voltava pros teus braços
se errei não me justifico
as palavras podem enlear-nos em sua rede
e o tatalar de uma palavra em teus lábios
pode despertar minh'alma
e o sonho pode ser veneno que enfeitiça os goyin
e podem ser chamas em línguas que cantam
e por frágil podem iludir além do meu sonho
e podem lançar chamas sem sentido
idilio
negros olhos que não perderam a profundidade noturna
um instante de fragmentos do meu tempo
e o meu amor que deixei atrás da porta
a fúria animal dos teus olhos que me devoravam
com sofreguidão de um fauno
depois da noite em que voltava pros teus braços
se errei não me justifico
as palavras podem enlear-nos em sua rede
e o tatalar de uma palavra em teus lábios
pode despertar minh'alma
e o sonho pode ser veneno que enfeitiça os goyin
e podem ser chamas em línguas que cantam
e por frágil podem iludir além do meu sonho
e podem lançar chamas sem sentido
idilio
resposta a resposta do tempo
no fundo sou uma eterna criança
que não soube amadurecer
vivo à margem do tempo
calado e não sei passar
recordo um amor que perdi
que me aprisiona e não desperto
e dia a dia morro de amor
pra tentar reviver
e nem sei me esquecer
e meu tempo se esvai
e no fundo não se tem mais tempo
de se amar eternamente
e quem vai poder me esquecer ?
idilio inspirado na resposta ao tempo
que não soube amadurecer
vivo à margem do tempo
calado e não sei passar
recordo um amor que perdi
que me aprisiona e não desperto
e dia a dia morro de amor
pra tentar reviver
e nem sei me esquecer
e meu tempo se esvai
e no fundo não se tem mais tempo
de se amar eternamente
e quem vai poder me esquecer ?
idilio inspirado na resposta ao tempo
terça-feira, 1 de maio de 2012
Zoé
por onde andas
porque não me sugas a vida pelos lábios
não vês que os olhos não penetram no meu corpo
apenas embriagam por um instante o meu coração
e como pode um instante ser longo assim
como pode a minha agonia ser asim tão lúcida
se já não falas mais
nem mentes pra mim
por acaso ouvirás o que digo?
o amor não é silêncio
estarei delirando ou tudo isso é real?
não sentes que deliro
e que meu dia é pesadelo e a noite sonho
ouço ruídos dentro de mim
estertores e gemidos
e ainda assim cada átimo de lembrança
é uma vergastada eufórica e enfadonha
Por onde andas Zoé
se em meu instante tu não mais estais
e ouso queixar-me
porque levastes a chave de mim?
meu pranto é triste e rude
pois me olhastes nos olhos
hoje
o meu amor é escárnio
e a minha esperança opróbio
caminho entrementes perdido
sinto a ausência imaculada do beijo
sinto o toque da carícia plena da voz
sinto a lágrima que espera
o tempo certo da volta
sinto Zoé
hoje apenas sinto
e sou um poço de solidão
em réplica antecipada do amor que vivi
Por onde andas...
idílio
porque não me sugas a vida pelos lábios
não vês que os olhos não penetram no meu corpo
apenas embriagam por um instante o meu coração
e como pode um instante ser longo assim
como pode a minha agonia ser asim tão lúcida
se já não falas mais
nem mentes pra mim
por acaso ouvirás o que digo?
o amor não é silêncio
estarei delirando ou tudo isso é real?
não sentes que deliro
e que meu dia é pesadelo e a noite sonho
ouço ruídos dentro de mim
estertores e gemidos
e ainda assim cada átimo de lembrança
é uma vergastada eufórica e enfadonha
Por onde andas Zoé
se em meu instante tu não mais estais
e ouso queixar-me
porque levastes a chave de mim?
meu pranto é triste e rude
pois me olhastes nos olhos
hoje
o meu amor é escárnio
e a minha esperança opróbio
caminho entrementes perdido
sinto a ausência imaculada do beijo
sinto o toque da carícia plena da voz
sinto a lágrima que espera
o tempo certo da volta
sinto Zoé
hoje apenas sinto
e sou um poço de solidão
em réplica antecipada do amor que vivi
Por onde andas...
idílio
terça-feira, 17 de abril de 2012
a mesma página
virei mais uma página do mesmo livro
em uma mesma história
o carinho da mesma menina
o mesmo ladrão
sou compositor da mesma sina
e padeço na mesma esquina
escrevo a mesma história sem fim
sem mim
virei mais uma página do mesmo tempo
em uma mesma esquina estanquei meu medo
padeci no mesmo colo
o dolo de querer sem fim
sou poeta da mesma rima
e escrevo meus medos como metáforas frias
tenho poucos leitores de mim
mas mesmo assim
viro páginas
não as deixo vazias
idilio
segunda-feira, 16 de abril de 2012
ferrugem emocional
imaginei toda dor possível
imaginei lágrimas que jorram
de cada sentimento torpe
mas não visualizei na íris dos meus sentimento
a dor árida da violação total
sem lágrimas
é dimensional o escavar lento das emoções
e ver-se exposto às devastações de sentimentos
e saber que estamos nos tornando algo débil
emocional
o colapso mais abrupto
a dor enfurruja
e a emoção vira pó
antecipa-se o amanhã em uma lentidão que enfada
e vive-se nessa lentidão seco de sentimentos
e vazio de lágrimas
imaginei a espera dos justos
imaginei o meu dia
sem ansiedade pela perda futura
imaginei as raízes da minha espera
e quedei mudo diante da porta
idilio
imaginei lágrimas que jorram
de cada sentimento torpe
mas não visualizei na íris dos meus sentimento
a dor árida da violação total
sem lágrimas
é dimensional o escavar lento das emoções
e ver-se exposto às devastações de sentimentos
e saber que estamos nos tornando algo débil
emocional
o colapso mais abrupto
a dor enfurruja
e a emoção vira pó
antecipa-se o amanhã em uma lentidão que enfada
e vive-se nessa lentidão seco de sentimentos
e vazio de lágrimas
imaginei a espera dos justos
imaginei o meu dia
sem ansiedade pela perda futura
imaginei as raízes da minha espera
e quedei mudo diante da porta
idilio
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Rupturas do desamor
o que de fato prospera em períodos de crise conjugal
não é o desamor em si
mas as consequências da rivalidade
entre o bem e o mal
A colonização gradual do mal
que emancipa
é mel na boca dos tolos
e a racionalidade do dia a dia é instrumento de desamor
a promessa da dominação do amor
e do seu uso para o benefício do homem
conduziu a uma exploração excessiva
e despreocupada dos relacionamentos
para entender o desiquilibrio das famílias
devemos ter por ponto proemial
a busca da emancipação que leva ao esquecimento do outro
em uma assimetria entre a capacidade de amar
e a capacidae de crescer
o risco é perceptível e provoca rupturas profundas
e de repente a solidão passa a ser desejável
idilio
não é o desamor em si
mas as consequências da rivalidade
entre o bem e o mal
A colonização gradual do mal
que emancipa
é mel na boca dos tolos
e a racionalidade do dia a dia é instrumento de desamor
a promessa da dominação do amor
e do seu uso para o benefício do homem
conduziu a uma exploração excessiva
e despreocupada dos relacionamentos
para entender o desiquilibrio das famílias
devemos ter por ponto proemial
a busca da emancipação que leva ao esquecimento do outro
em uma assimetria entre a capacidade de amar
e a capacidae de crescer
o risco é perceptível e provoca rupturas profundas
e de repente a solidão passa a ser desejável
idilio
a fragilidade do desejo
efêmero o desejo
eis que vício
satisfaz em tão breve tempo
que fragiliza sua resistência
tornemos frágil o desejo
pois que pernicioso
adoece a resistência
e escraviza a alma
que dormita ao se alimentar
da vontade insana
os olhos são portas pra alma
eduquemos as portas
e fortalecemos as resistências
eis que o vício é vomito
na boca dos insanos
idilio
eis que vício
satisfaz em tão breve tempo
que fragiliza sua resistência
tornemos frágil o desejo
pois que pernicioso
adoece a resistência
e escraviza a alma
que dormita ao se alimentar
da vontade insana
os olhos são portas pra alma
eduquemos as portas
e fortalecemos as resistências
eis que o vício é vomito
na boca dos insanos
idilio
quinta-feira, 22 de março de 2012
descompromisso
o amor precisa de abalo
de beijos desesperados
de corpos exaustos
do descompromisso
o amor precisa de rastros
de embalo arrastados
de gritos mágicos
do descompromisso
o amor precisa de nomes
de sabores sem culpas
de descanso do descarinho
do mito e do rito
do descompromisso
o meu amor precisa do desperdício
da lembrança e do futuro
o meu amor é vício
idilio
de beijos desesperados
de corpos exaustos
do descompromisso
o amor precisa de rastros
de embalo arrastados
de gritos mágicos
do descompromisso
o amor precisa de nomes
de sabores sem culpas
de descanso do descarinho
do mito e do rito
do descompromisso
o meu amor precisa do desperdício
da lembrança e do futuro
o meu amor é vício
idilio
terça-feira, 20 de março de 2012
lembra de mim
lembra de mim
e vez por outra
lembra que se quis
amar demais
e entre os lagos que espelhavam
nosso silêncio
e os espelhos que nos viram
em noites frias da serra
em que pudemos dividir
o sonho
e uma espera
lembra assim
pois hoje te vi
e revi tua imagem diante do espelho
a implorar o beijo
na flor
do nosso idilio
e assim
senti
o cheiro da boca e do medo
lembra de mim
idilio
e vez por outra
lembra que se quis
amar demais
e entre os lagos que espelhavam
nosso silêncio
e os espelhos que nos viram
em noites frias da serra
em que pudemos dividir
o sonho
e uma espera
lembra assim
pois hoje te vi
e revi tua imagem diante do espelho
a implorar o beijo
na flor
do nosso idilio
e assim
senti
o cheiro da boca e do medo
lembra de mim
idilio
sexta-feira, 16 de março de 2012
às vezes penso em você
entro na sala de uma ladeira
estou sentada e escuto tua voz
quando cantas necessariamente pra mim
e em mim
ainda assim espero a tua chegada
quando vens e quando partes sem mim
mesmo sabendo que cheguei sem olhar teus olhos
e por vezes penso em você
e quero viver as coisas que agente não viveu
e sonho imaginando coisas que agente viveu
às vezes entro na sala da nossa vida
e vejo que tudo era começo
tudo era amor supremo
como deveria chamar teu nome
Jáne m sei
negar que te amei
idilio
estou sentada e escuto tua voz
quando cantas necessariamente pra mim
e em mim
ainda assim espero a tua chegada
quando vens e quando partes sem mim
mesmo sabendo que cheguei sem olhar teus olhos
e por vezes penso em você
e quero viver as coisas que agente não viveu
e sonho imaginando coisas que agente viveu
às vezes entro na sala da nossa vida
e vejo que tudo era começo
tudo era amor supremo
como deveria chamar teu nome
Jáne m sei
negar que te amei
idilio
terça-feira, 6 de março de 2012
mãe
quisera fechar os olhos pra te ver aqui
sentada olhando a janela da minha alma
e me ensinando a andar pelas veredas tranquilas
mas meus olhos sempre abertos
já podem te visualizar no fim do dia
velando pelo meu sono
para que minha'lma descanse no teu recomeço
que voltas e me esperas
bem sei
que sonhas para que meu caminho seja igual ao teu
bem sei
que cantas para que minha lágrimas apenas lavem a minha esperança
bem sei
quisera abrir os olhos e entender que és porto seguro
e que chegou a minha hora de navegar tranquila
em águas que preparastes pra mim
não
não permitirei que a minha lágrima ofusque a tua visão
caminharei entrementes segura
e vez por outra
te encontrarei na terra dos sonhos
e lá deitarei em teu colo
na espera de um novo amanhecer
quisera
quisera
te encontrar nos braços de Deus
idilio
sentada olhando a janela da minha alma
e me ensinando a andar pelas veredas tranquilas
mas meus olhos sempre abertos
já podem te visualizar no fim do dia
velando pelo meu sono
para que minha'lma descanse no teu recomeço
que voltas e me esperas
bem sei
que sonhas para que meu caminho seja igual ao teu
bem sei
que cantas para que minha lágrimas apenas lavem a minha esperança
bem sei
quisera abrir os olhos e entender que és porto seguro
e que chegou a minha hora de navegar tranquila
em águas que preparastes pra mim
não
não permitirei que a minha lágrima ofusque a tua visão
caminharei entrementes segura
e vez por outra
te encontrarei na terra dos sonhos
e lá deitarei em teu colo
na espera de um novo amanhecer
quisera
quisera
te encontrar nos braços de Deus
idilio
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
limite
seria o limite o fim
ou seria o começo ?
Deus é o meu limite
o meu começo
Nele vivo
e além
existo sendo anátema perdido
Deus é o meu tempo subjetivo
o meu tempo de consciência
sem Ele fui tempo perdido
limite do amor profano
tormento retirado do seio do tempo
o limite não é aquilo
em que algo acaba
mas
a partir do qual
algo começa
Deus é o meu limite profundo
Idílio
ou seria o começo ?
Deus é o meu limite
o meu começo
Nele vivo
e além
existo sendo anátema perdido
Deus é o meu tempo subjetivo
o meu tempo de consciência
sem Ele fui tempo perdido
limite do amor profano
tormento retirado do seio do tempo
o limite não é aquilo
em que algo acaba
mas
a partir do qual
algo começa
Deus é o meu limite profundo
Idílio
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Pérolas para ostras vazias
João 6: 48. Eu sou o pão da vida.
Quem não asilou o corpo enlanguescido
diante da memória em padecimento
dividindo o olhar entre o firmamento e o alvorecer das injustiças
que tornou apático o seu dia
Não seria indesculpável temeridade deixar a ansiedade se alojar
em sua esperança e fazer-se desdita desmerecida?
não seria apático o presente esfomear-se diante do pão da vida?
crer é o princípio do desapego da cela corpórea do mundo físico
é alicerce para a glória futura em um aperfeiçoamento moral do mundo
é a desintegração das trevas
Cristo é o sol dos nossos destinos
é o pão da vida
alimento único que dissipa a nossa fome de justiça
Eu sou o pão da vida quem de mim se alimenta por mim viverá ( joão 6:57)
indiferente aos perigos da viagem caminhe na certeza incondicional
de que Ele vive em você e por você
alimente-se do pão da vida e não mais tenha fome de esperanças
e nem viva transido de assombro
idilio
Quem não asilou o corpo enlanguescido
diante da memória em padecimento
dividindo o olhar entre o firmamento e o alvorecer das injustiças
que tornou apático o seu dia
Não seria indesculpável temeridade deixar a ansiedade se alojar
em sua esperança e fazer-se desdita desmerecida?
não seria apático o presente esfomear-se diante do pão da vida?
crer é o princípio do desapego da cela corpórea do mundo físico
é alicerce para a glória futura em um aperfeiçoamento moral do mundo
é a desintegração das trevas
Cristo é o sol dos nossos destinos
é o pão da vida
alimento único que dissipa a nossa fome de justiça
Eu sou o pão da vida quem de mim se alimenta por mim viverá ( joão 6:57)
indiferente aos perigos da viagem caminhe na certeza incondicional
de que Ele vive em você e por você
alimente-se do pão da vida e não mais tenha fome de esperanças
e nem viva transido de assombro
idilio
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
eis-me aqui
eis-me aqui !
diga-me !
sem mágoas
que queres de mim ?
se nada por mim
ou de mim levarei
por Ti
se não
meu temor
e lágrimas vertidas
palavras feridas
sem querer
mas por ter que
descansar
em tuas mãos
não sei nem terei
lembranças de ti
pois
a tua presença
é tão constante
que não podes
não ser sentido
minuto a minuto
bem aqui
bem dentro
de mim
eis me aqui
idilio
diga-me !
sem mágoas
que queres de mim ?
se nada por mim
ou de mim levarei
por Ti
se não
meu temor
e lágrimas vertidas
palavras feridas
sem querer
mas por ter que
descansar
em tuas mãos
não sei nem terei
lembranças de ti
pois
a tua presença
é tão constante
que não podes
não ser sentido
minuto a minuto
bem aqui
bem dentro
de mim
eis me aqui
idilio
sábado, 28 de janeiro de 2012
sobre o amor
não se pode falar sobre o amor
mas dentro do amor se explica
a magia de amar
amar é forma de interrogar os sentidos
pelo movimento que se encontra
os diferentes nas semelhanças inusitadas
dentro do amor se ergue o seu púlpito
e faz-se uma leitura analitica do futuro
aclarando a resposabilidade dos protagonistas
faz-se do seu altar um lugar
onde se consome as ilusões de completude
dentro do amor
quando nada acontece
há um milagre que não estamos vendo
é a cegueira dos amantes
o sentimento vivo
na linha difusa
entre o bem e do mal
dentro do amor
torna-se eterna a razão
e não podemos
viver nada do amor
sem o amor
idilio
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